Cálculo de Dietas x Recomendações Nutricionais: como acertar?

Atualizado: Fev 13

Calcular dieta é sempre um desafio! Quando sobram proteínas, também sobram lipídeos… De um lado carboidrato está ótimo, mas do outro há fibras e minerais de menos…


Foto: Rachel Park/ Fonte: unsplash.com

Realmente: #calculardieta é um exercício de paciência! Mas eu tenho certeza que esse post vai esclarecer o caminho para você!


1. Em primeiro lugar, defina as recomendações que serão utilizadas


Ao propor um #planoalimentar, o Nutricionista precisa ter um ponto de partida. E esse ponto são as #recomendaçõesnutricionais, também chamadas de recomendações dietéticas. É neste momento que se define os valores, as metas que devem ser alcançados no cálculo da dieta. Nós já falamos aqui no blog sobre a Diferença entre os Protocolos de Recomendação de #Energia e #Macronutrientes. Vale a pena dar uma passada neste post também.


Uma vez definidos os valores de energia e #nutrientes que você irá prescrever, de acordo com o perfil do seu paciente e os objetivos a serem atingidos, é hora de escolher os alimentos a serem incluídos no cálculo.


2. É preciso conhecer a composição dos alimentos


Você não precisa ser uma tabela de composição de alimentos ambulante, mas é necessário conhecer minimamente os nutrientes e as calorias existentes em cada #alimento que você vai prescrever. Por exemplo: carnes são fontes de #proteínas, mas também de #lipídeos (mesmo as carnes magras). Se a sua dieta está hipoproteica, mas no limite em termos de lipídeos, seria interessante trabalhar outras fontes que não a carne, ou ainda, reduzir alimentos fontes de lipídeos para aumentar a quantidade de carne.


Foto: Roman Odintsov/ Fonte: pexels.com
É de espantar como existem mitos sobre isso! Acredite: beterraba não é fonte de #ferro e não ajuda no combate à anemia; laranja não é uma fruta mais #calórica que as outras e pode tranquilamente fazer parte de #dietas de #emagrecimento; torradas não são menos calóricas que pães (apesar de estimularem a mastigação mais que eles); diversos alimentos gostosos e baratos são fontes de fibras – porém negligenciados por muitos profissionais; e muitos industrializados “free” ou “zero” são lotados de #gordurassaturadas, trans e carboidratos refinados, para compensar consistência e sabores perdidos no processo de fabricação.

Com a minha prática profissional, ao criar as Planilhas Cookie, pesquisei muito sobre #informaçõesnutricionais e composições de alimentos, buscando tudo sempre direto nas fontes primárias e com credibilidade. Nutricionista, fique atento a isso na hora de indicar e prescrever!


3. Aprenda sobre medidas caseiras e medidas em gramas


Para acertar na #dieta, quantidades de alimentos são fundamentais. É evidente que ingerir 1 colher de sopa de aveia + 1 maçã é muito diferente de ingerir 10 colheres de sopa de aveia + 4 maçãs! Além do volume de nutrientes em questão, proporcionar satisfação e #saciedade ao seu paciente é importantíssimo. Nesse contexto, a #anamnese é uma poderosa ferramenta para que você extraia ao máximo as informações que levarão a um #cálculodedieta realmente bem direcionado.


Outra questão: imagine um sanduíche feito com 1 fatia de pão integral e 5 colheres de sopa de frango desfiado e 1 tomate. O cálculo pode estar lindo, mas isso não vai, de fato, virar um sanduba. Esse exemplo é para que entendamos que é preciso haver harmonia e coerência na montagem das #refeições. Faça testes em casa, conheça #medidascaseiras e, se preciso, tenha sua própria balança de alimentos.


As Planilhas Cookie foram criadas para que o Nutricionista faça cálculos por equivalentes ou grupos, o que facilita enormemente essa questão. Como são apenas 15 grupos de alimentos, que se abrem em mais de 900 opções de substituições para o paciente, o #Nutricionista não precisa conhecer todas as medidas caseiras, apenas dos 15 grupos. Prático, não?



4. Aposte nas proporções entre os nutrientes


Você já viu que a maioria das recomendações de macronutrientes são expressas em valores percentuais? Se você precisa reduzir #carboidratos, de repente precisará mudar a quantidade de proteínas. Se você aumenta a proporção de proteínas, a porcentagem de carboidratos com certeza vai cair.


"A regra é clara, Arnaldo!" 100% é sempre 100! Ou seja:

  • 50% CHO + 20% PTN + 30% LIP = 100% VET

  • 40% CHO + 30% PTN + 30% LIP = 100% VET

  • 60% CHO + 15% PTN + 25% LIP = 100% VET


5. Capriche no cardápio


Essa última dica é o laço de ouro do material que você vai entregar para seu paciente. Ele vai ver o cardápio, e não o cálculo da dieta, certo? Em outras palavras, #cardápio é um relatório do cálculo, que precisa ser traduzido de maneira prática para seu paciente. Ali você poderá enfatizar os alimentos que deseja que ele consuma, especialmente no que se relaciona a micronutrientes e fitoquímicos.


Aproveite para entregar orientações nutricionais que fortalecerão a ingestão de alimentos específicos e aumentarão as chances de sucesso do seu trabalho. Clique aqui e confira as 75 orientações nutricionais que disponibilizamos para Nutricionistas!


Agora é mão na massa!





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