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Melancia ou Melão? “Isso ou Aquilo?”

melancia

melancia

Bem sabemos que as frutas são reconhecidas fontes de vitaminas, minerais e fibras. E assim, são nutricionalmente importantes na dieta. Além disso, a capacidade antioxidante que algumas possuem pode ajudar na prevenção de inúmeras doenças degenerativas!!! Mas, será que existe alguma diferença significativa no que diz respeito ao consumo de melão ou melancia?

melão

Antes…

Já viram que o melão é um mistério? Sua diversidade é imensa!! Tem cascas rugosas, lisas, escrituradas, rendilhadas, gomadas, cores da casca: branca, amarela, verde, escura, clara; cores da polpa: branca, creme, verde, salmão; formatos: oval, elíptico, esférico. Não é fácil saber quem é quem!

tipos de melão

Tipos de Melão. Imagem:  Stop Cancer Portugal.

Um pouco das diferenças: melancia ou melão?

Em 100g das frutas…

melancia e melão

Fonte: TACO
*Recomendação para mulheres saudáveis com idade de 19 a 30 anos

O que não dá para negar:

  • Frutas com maiores teores de água em sua composição eliminam mais rapidamente o ácido úrico do organismo, fazendo com que os filtros renais funcionem melhor durante a passagem de água por eles. Além disso, são indicadas para: pessoas com hipertensão arterial (pressão alta), edemas (inchaços) e melhora da celulite (oba!!!).
  • Compostos basicamente por água e sendo pouco calóricas, melão e melancia são frutas muito refrescantes, podendo ser indicadas para vários tipos de dietas alimentares e também para o tratamento de inúmeras doenças.
  • Perceberam que os valores de fibras alimentares presentes nas duas frutas é quase nulo? Ainda mais considerando que estes valores estão presentes em 100g do alimento!! Sua ação de melhora no funcionamento intestinal pode ser explicado muito mais devido ao alto conteúdo de água presente!
  • Uma vez que é consumida no mundo todo e praticamente durante o ano inteiro, a melancia torna-se uma fonte importante de licopeno. O conteúdo de licopeno encontrado na melancia é menor que na goiaba e na pitanga, maior do que no mamão, e equivalente ao do tomate.
  • Os compostos flavonoides, segundo estudos, são encontrados em maiores quantidades no melão tipo cantaloupe! Quanto mais colorido melhor!!! Assim, este tipo de melão tem maiores efeitos anti-inflamatórios, antimicrobianos, antifúngicos e, principalmente, antioxidantes.
  • Para pessoas que apresentam algum tipo de problema renal, o consumo de melão deve ser feito em menores quantidades, já que a quantidade de potássio encontrada na fruta é maior que na melancia.

 

melão cantaloupe

Melão Cantaloupe

Melão

Melão Honey Dew ou melão amarelo

Dica da Cookie:

Enjoou de comer a fruta sozinha? Então que tal apostar nas saladas de frutas, saladas de hortaliças com frutas, vitaminas, smoothies e sucos? São fáceis de fazer, refrescantes e deliciosos!!! Você ainda pode adicionar outros componentes, como gengibre, e potencializar o poder diurético da fruta!

suco de melancia

Conclusão: O consumo de frutas e seus antioxidantes naturais pode ser mais efetivo e econômico do que o uso de suplementos dietéticos na proteção do organismo contra danos oxidativos! Com base na análise dos valores de nutrientes, as únicas diferenças significativas entre as frutas estão nos teores de vitamina A e licopeno que são maiores na melancia do que no melão. No mais, as duas são igualmente nutritivas! Nenhuma fruta é melhor que a outra: algumas tem maiores teores de nutrientes, calorias, água e fitoquímicos, porém o consumo de todas é de extrema importância para manter bem longe a monotonia alimentar! O equilíbrio ainda é o segredo de tudo!! Procure seu nutricionista!

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Texto: Anne Karoline
Revisão: Ju Tolêdo

 

Bibliografia Consultada:

Centro de Qualidade em Horticultura da Ceagesp – Que Melão é Esse?

MELO, E.A.; MACIEL, M.I.S.; LIMA, V.L.A.G.; NASCIMENTO, R.J. Capacidade antioxidante de frutas. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas, v. 44, n. 2, 2008.

MULLER, N.G.; FASOLO, D.; PINTO, F.P.; BERTÊ, R.; MULLER, F.C. Potencialidades fitoquímicas do melão (Cucumis melo L.) na região Noroeste do Rio Grande do Sul – Brasil. Revista Brasileira de Plantas Medicinais, Campinas, v. 15, n. 2, p. 194-198, 2013.

NIIZU, P.Y.; RODRIGUEZ-AMAYA, D.B. A melancia como fonte de licopeno. Revista do Instituto Adolfo Lutz, v. 62, n. 3, p. 195-199, 2003.

NEPA – Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação. Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO). 4ª ed. Campinas: NEPA – UNICAMP, 2011. 161 p.

Site Stop Cancer Portugal

Imagens: Google imagens

 

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