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Glutamina: O Aminoácido Multiuso do Organismo

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Glutatech SanavitaOlá, gente. Nosso post de hoje é na verdade uma homenagem a uma substância que nosso corpo precisa – e nós aqui da Cookie adoramos! Estamos falando de um aminoácido que, apesar do corpo produzir, em casos de estresse metabólico, doenças ou carências, ele precisa ser reposto para melhorar o quadro de saúde do paciente. Já sabe, né? Isso mesmo, estamos falando da glutamina!

Como já falamos dela em outros posts, resolvemos fazer um apanhado geral sobre a glutamina – você vai ver como este guerreiro é um famoso “faz-tudo”!

O que é?

A glutamina é o aminoácido mais abundante no plasma e nos músculos de pessoas saudáveis. Ela é produzida de forma endógena em quantidades suficientes para satisfazer as necessidades do organismo – sendo considerado um aminoácido não essencial. Entretanto, durante o estresse catabólico de doenças, a glutamina torna-se um nutriente essencial, pois a combinação da deficiência da dieta com o metabolismo acelerado, incluindo o aumento da demanda do músculo esquelético, induz sua depleção. Como resultado, ocorre alteração no balanço nitrogenado, redução na síntese proteica, mudanças na permeabilidade intestinal e, ainda, diminuição da sensibilidade à insulina. Moral da história: nesse contexto, a glutamina é considerada um nutriente condicionalmente essencial!

Saia da bolha

Para que serve?

  • É um nutriente preferencial para linfócitos e macrófagos (células do sistema imunológico), melhorando a ação deles. Essas células obtêm energia através da oxidação da glutamina, que é convertida em glutamato, amônia e aspartato para a síntese de purinas e pirimidinas, que estão envolvidas na síntese de DNA e RNA. Ainda, a síntese proteica de RNA, citocinas, IL-2 e imunoglobulinas são dependentes da glutamina.
  • A glutamina pode modular a ativação de proteínas de estresse ou choque térmico (heat schock proteins – HSPs), que estão relacionadas com a resposta antiapoptótica celular. A ativação dessas proteínas corresponde a uma das principais vias que contribuem para o aumento da capacidade da célula de sobreviver a alterações, como exposição a agentes estressores, radiação ultravioleta (UV), calor, agentes infecciosos e espécies reativas de oxigênio (ERO). Em poucas palavras, a glutamina “fortalece” as células, deixando-as capazes de resistir a eventos adversos.
  • A glutamina participa da produção da glutationa, que combate radicais livres presentes no intestino. O balanço adequado entre radicais livres e antioxidantes também melhora a expressão de genes envolvidos na resposta pró-inflamatória.

Intestino saudável

  • É um prebiótico, pois alimenta a microbiota intestinal, estimulando o crescimento e a atividade dela no intestino. Saiba mais sobre os prebióticos, probióticos e simbióticos aqui!
  • É um nutriente preferencial para enterócitos (células do intestino delgado), atuando como agente trófico da mucosa, mantendo a integridade da mesma. A glutamina também atua prevenindo a atrofia intestinal, mantendo os níveis de secreção pelo intestino da IgA secretória, mantendo a imunidade da mucosa intestinal e melhorando a imunidade celular (células T), causando, assim um estímulo da função imunológica geral do organismo. Quer saber mais sobre os imunomoduladores? Leia e descubra!
    O principal efeito de todo esse processo é uma permeabilidade intestinal mais eficiente. O intestino, que tem a função de escolher o que vai ou não ser absorvido para a corrente sanguínea, trabalha com mais eficiência. Isso reduz a translocação bacteriana, que é a passagem das bactérias nocivas ou não, bem como de seus produtos, encontradas no intestino para o sangue e outros órgãos. Dessa forma, a eficiência melhorada ajuda de novo o sistema imune.
  • Melhora o equilíbrio ácido-básico intestinal.

Onde eu encontro?

Quando o corpo precisa de mais glutamina, é necessário suplementar. Você encontra na forma de L-glutamina no Glutatech Sanavita. Ele é indicado tanto para nutrição oral quanto para enteral.

Glutamina e força

E então??? A glutamina tem ou não tem 1001 funções?! Ela tem a força!

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Texto: Dennia Trindade
Revisão: Lúria Papacosta

Bibliografia Consultada:

HUANG, Y.; SHAO, X. M.; NEU, J. Immunonutrients and neonates. European Journal of Pediatrics, 2003.

CRUZAT ,V. F.; PETRY, É. R.; TIRAPEGUI, J. Glutamina: aspectos Bioquímicos, Metabólicos, Moleculares e Suplementação. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 2009.

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